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  • Autor: A Boca Maldita
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A Boca Maldita
Nunca Olhe Para Trás - tekst piosenki

O sofrimento, a dor, tudo acabou
De cantoneira na sua cela a liberdade cantou
O vagabundo ali, o que? Nem acreditou
O funcionário no guichê, gritando:
- A pena acabou!

As trancas, as grades, tudo se abriu
Ele passou pela arena, mas ninguém aplaudiu
Só olhos atentos, arregalados
De quem tomava sol e também dos funcionários

Anexo em silêncio, só gestos de mãos
Tipo dando um salve, vai firmão sangue bom
Com o destino obscuro e a mente confusa
Em frente ao último portão ainda pensou em dar fuga

É fóda, ele já esperava tudo aquilo
Mas só quem já passou, está ligado no que eu digo
As vezes em silêncio, as vezes inquieto
Só pensando em fuga, quase virou arquiteto

Com um plano na mente de resultado incerto
Como fugir de um cubo de concreto e ferro?
Já era, o grande portão se abriu
Imóvel ele sentiu no rosto o vento frio

Seu sangue, sua carne, tudo esquentou
Depois de tanto tempo a liberdade chegou
A ficha caiu, seu ciclo se concluiu
E ele gritou para o mundo
-Mundão, um homem saiu!

Com esperança, com fé e o destino na cara
Não queria ser apenas mais um homem na estrada
Tinha plena certeza que estava regenerado
E que pela sociedade não seria injustiçado

E feliz como criança andou, sem olhar pra traz
Com a esperança verdadeira, de reencontrar a paz
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A Boca Maldita - Nunca Olhe Para Trás


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Data Zmiana dotyczy Autor Nowa wartość
2012-10-17 04:48 Treść piosenki